Em uma homenagem simbólica aos policiais militares do estado do Rio de Janeiro, o Cristo Redentor foi iluminado de azul no início da noite desta quinta-feira, 13 de maio, para marcar as celebrações dos 212 anos da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro. Desta forma, a Corporação honra seu passado mantendo o foco no futuro. Sem os tradicionais desfiles da tropa, em função da crise sanitária com a pandemia da Covid-19, a data foi celebrada em eventos virtuais internos e teve como ponto alto a iluminação do Cristo Redentor com a cor azul ao longo de uma hora. Somente nesta quinta-feira as mídias sociais da Corporação receberam centenas de vídeos parabenizando a Corporação, e que resultaram no engajamento de mais de um milhão de pessoas.
Da Guarda Real à polícia de proximidade
Com a denominação de Divisão Militar da Guarda Real da Polícia da Corte, a Polícia Militar do Rio de Janeiro foi instituída por Dom João VI no dia 13 de maio de 1809, um ano depois da chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil. A data foi escolhida por coincidir com o aniversário do rei de Portugal.
A história da Corporação se confunde com os acontecimentos mais importantes do Brasil, justamente a partir do período em que o país passou a ganhar contornos de nação. A trajetória da Polícia Militar também é marcada pelo pioneirismo: foi a primeira instituição pública, por exemplo, a abrir as portas para a população negra ainda no século 19.
Mesmo cultivando suas tradições históricas, a orientação do comando da Corporação é olhar para o futuro, investindo em tecnologia e em modelos de policiamento voltados para a estratégia de polícia de proximidade. Essa diretriz está registrada no Plano Estratégico da SEPM, lançado em janeiro de 2020.
