O Conselho Nacional de Comandantes-Gerais de Polícia Militar (CNCGPM) divulga os resultados da “Operação Policial Militar – Mês Nacional de Luta contra a Violência à Mulher”, realizada no período de 01 a 31 de outubro de 2024, em todo o país. Durante a operação, que marcou o “Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher”, celebrado desde 10 de outubro de 1980, foram empreendidas ações policial militares com o objetivo de combater a violência contra a mulher, manifestada de diversas formas, como física, sexual e psicológica. Essas ações abrangem violência por parceiro íntimo, como espancamento, abuso psicológico, estupro conjugal e feminicídio; violência e assédio sexual, incluindo estupro, atos sexuais forçados, avanços sexuais indesejados, abuso sexual infantil, casamento forçado, assédio nas ruas, perseguição e assédio cibernético; tráfico humano, envolvendo escravidão e exploração sexual; mutilação genital feminina e casamento infantil.
As Polícias Militares desempenharam um papel fundamental na conscientização, prevenção e resposta a esses casos de violência, reafirmando seu firme compromisso com a segurança e o bem-estar das mulheres e da população em geral. No período, foram realizadas 40.951 visitas preventivas periódicas a vítimas e patrulhamentos ostensivos, visando prevenir novos casos e aumentar a sensação de segurança; 11.685 palestras e campanhas educativas; 67.924 fiscalizações de medidas protetivas; 360 mandados de prisão contra agressores de mulheres; e 53.422 atendimentos às vítimas de violência doméstica.
O Conselho Nacional de Comandantes-Gerais reforça seu compromisso em fortalecer os laços entre as Polícias Militares de todo o país, promovendo ações conjuntas para combater a violência contra a mulher. A colaboração entre as forças estaduais tem demonstrado a eficácia dessas iniciativas, com resultados significativos. O presidente do CNCGPM, Cel PM Cássio Araújo de Freitas, agradeceu o empenho de todas as Polícias Militares envolvidas, destacando que operações como esta representam o compromisso contínuo das instituições no enfrentamento à violência de gênero, contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
